Todo ponto de vista é a vista de um ponto
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Vivo está o Eterno Agnus Dei

Morte! Uma vitória.

Parecia o evento mais frustrante, na verdade era o fim da utopia mais esperada pela humanidade, o Eterno Cordeiro de Deus era conduzido ao sacrifício.

Foi no alto do Calvário que Ele encerrou toda a nossa culpa.

Porque antes de celebrar a ressurreição devemos lembrar que, a morte de Cristo é sim a vitória sobre o pecado.

Assim como o natal está para a páscoa, o nascimento está para morte e a morte está para a ressurreição.

É exatamente como a sexta-feira santa e o sábado de aleluia estão para o domingo de páscoa.

Como haveria vida sem nascimento?

Como haveria morte sem vida?

Como haveria ressurreição sem morte?

Ora, não havendo vida justa e morte injusta, como existiria vitória sobre o pecado?

Como um fato não existe sem o outro, ambos são importantes.

A ressurreição é conseqüência da vitória, a confirmação do que era impossível finalmente aconteceu.

Por isso:

Páscoa não é apenas um evento em nosso calendário, é a certeza de que Jesus o Cordeiro Pascal venceu de uma vez por todas o nosso maior inimigo.

Páscoa é a celebração da liberdade.

Páscoa é saber que podemos ter uma sexta-feira sangrenta, um sábado de luto, mas ter certeza que um domingo magnífico está por vir.

Páscoa é a confirmação que somos amados de Deus.

Páscoa é a lembrança de que vida eterna foi conquistada em Jesus Cristo o Eterno Cordeiro de Deus.

Aleluia!!!   Jesus o Eterno Agnus Dei.

http://www.youtube.com/watch?v=ZajkWr3QbTY&feature=related

Vida! Uma confirmação

A cada passo dado por Cristo nas ruas estreitas de Jerusalém, não deixavam apenas pegadas de sangue, ficava na verdade marcado para sempre na historia da humanidade que um homem foi capaz de carregar em suas costas todo o peso do pecado.

 A cada metro caminhado em direção ao calvário era como se fosse uma contagem regressiva para aquele que estava para ser derrotado.

 A via dolorosa para os que o acompanharam não se limitou apenas a àqueles becos e na subida do monte, ela continuou com a consumação de seu sacrifício, a retirada do seu corpo da cruz, o sepultamento, o sábado e a maior parte de domingo de puro silêncio. Mas nesse domingo maravilhoso, já de manhazinha chega à notícia, Cristo Ressuscitou, e Vivo está.

Quando olhamos para sua ressurreição, não vemos apenas um Homem que volta a viver, vemos que todos os que quiserem podem ressuscitar com Ele.

Sei que um dia Ele caminhou humilhado, sob extremo sofrimento para hoje andarmos de cabeça erguida e aliviada.

Não existe nenhum tipo de acusação sobre nós, nem a morte nos amedronta.

Podemos olhar para o futuro e ter certeza de que estamos garantidos, pois existe um marco que foi fixado á mais dois mil anos, que qualquer coisa que poderia nos ameaçar foi retirada e esquecida.

E esse é o motivo de nosso canto.

Nossa celebração é para um Deus grandioso, magnífico que se rebaixou à condição humana para provar que nos ama, que por nós morreu, e venceu a morte.

Para ser adorado e exaltado.

  Aleluia! Cristo ressuscitou e vivo está!

http://www.youtube.com/watch?v=RVw2uuJif5A&feature=related

 Jessé

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julho 5, 2010   No Comments

Cabo da Boa Esperança

A história das grandes navegações sempre exerce grande facínio naquelas que a observam atentamente. Ela está repleta de episódios sombrios, de feitos memoráveis e de acontecimentos que transformaram profundamente a história da humanidade.

Dentre eles está o contorno do Cabo das Tormentas, pelo navegador português Bartolomeu Dias, em 1488.

Para a época, segundo a história oficial, um “feito heróico” e muito valioso.

Não é meu objetivo encobrir os desmandos resultantes da política expansionista ultramarina. Não!

Você deve estar se perguntando: por que falar justamente sobre o Cabo das Tormentas e associá-lo a alguma aplicação na vida prática, ao nosso cotidiano?

O fato é que a morte permanece um mistério para muitos. Será a morte o fim de tudo? Será uma “passagem”? O começo de um novo ciclo? O “cabo” que todos nós, um dia, teremos que contornar?

E é justamente aqui que peço a permissão de vocês para tomar emprestado o “movimento da troca dos nomes do ponto geográfico” por parte do rei D. João II de Portugal. Explico.

Quando Bartolomeu Dias conseguiu contornar o Sul da costa africana, achando, assim, a ligação entre os Oceanos Atlântico e Índico, batizou o ponto geográfico de Cabo das Tormentas, pois as “tormentas”, ou seja, os grandes vendavais e as tempestades açoitavam veementemente as duas caravelas e a naveta que estavam sob o seu comando.

Mas o rei D. João II, conhecido pelo seu pulso firme contra as conspirações da aristocracia portuguesa, pela forma como fazia justiça com as próprias mãos, e por isso chamado de “O Príncipe Perfeito”, mudou o nome do Cabo das Tormentas para “Cabo da Boa Esperança”, por acreditar que o achado seria o marco de uma nova era na expansão ultramarina portuguesa e por ser a nova esperança de se chegar à Índia. Não foi só a mudança do topônimo em si, mas uma injeção de ânimo no imaginário coletivo do seu povo.

Eu e você podemos nos comparar a navegadores e navegadoras que precisam desbravar esse imenso Oceano que se chama vida!

E a morte não pode ser mais encarada como o fim de tudo. Não! E senta vezes sete, não!

Só para lembrá-los, permitam-me citar o Apóstolo São Paulo, ao falar sobre a morte:

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo”(1 Co 15. 55-57);

“Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte”? (Rm 7. 24);

“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm 8. 18);

“Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos” (Rm 8. 24-25);

“Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 8. 31-39).

Ao contrário do rei D. João II, Raboni fez tudo por Amor, injetando, assim, de uma vez por todas, Esperança para todas as pessoas de “todas as tribos, povos, raças, culturas, línguas e nações, no tempo e no espaço”.

Como contornar o Cabo que se chama morte?

É só atentar para a os sinais deixados por Raboni e segui-lo!

A final de contas, a morte foi vencida e o caminho para se chegar ao ETERNO Oceano do Amor revelado para todos!

Agora é com você, uma vez que Raboni já “mudou” o nome da morte, nos dando Esperança e nos mostrando a passagem para “vida eterna”!

Por mais altas que sejam as ondas, por mais fortes que sejam os ventos e mesmo que o céu desabe em águas temos que seguir navegando até chegar ao ETERNO, que é nosso Porto Seguro.

Abração a Todos!

http://www.ultimato.com.br/?pg=mural&local=mural_show&util=1&registro=2503

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julho 1, 2010   No Comments

Carta Aberta aos Jovens da Minha Igreja

Meus amigos,

Quero expressar como estou feliz com a nossa juventude, com os nossos grupos, com a nossa liderança e o modo como temos caminhado nesse tempo. Não significa que estamos perfeitos, ou que não tenhamos coisas a serem melhoradas. O fato é que estou feliz conosco e isso é, pra mim, justamente o que me motiva a melhorar. Os desafios ainda nos são grandes, mas o modo como temos vivido é e tem sido tão bom que eu creio que passaremos por muitas barreiras juntos.

Nossa caminhada não foi e não será fácil. Somos uma igreja que já participou de vários momentos difíceis, no mínimo: tivemos grandes pastores e ao mesmo tempo não os tivemos porque eles precisavam cuidar da presidência da igreja aqui no ceará, ou tiveram que seguir para outros projetos; já tivemos em outros prédios e quase perdemos aquele hoje temos; passamos por divisões e conflitos, nos quais éramos igreja sede e mãe que precisava cuidar das demais; em alguns momentos nossa juventude parou, em outros ela não se calou…

Passadas algumas tempestades, olha como está nossa juventude. Recentemente, já brigamos porque não concordávamos uns com os outros, já discutimos porque uns queriam o fogo e outros a brisa, já nos desentendemos porque uns não toleravam e outros não toleravam os intolerantes, já quisemos nos afastar porque não agüentávamos tanta discordância… A diferença às vezes é tremenda mesmo!

Mas olha como anda a nossa juventude! A gente parece que anda descobrindo a paciência que há no amor, parece que estamos dispostos a caminhar; estamos descobrindo que Deus anda tanto no fogo quanto na brisa; que uma característica do amor é a benevolência, tolerância em todos os sentidos, que em meio às diferenças deve sempre pairar o amor. Descobrimos isso porque nos permitimos ouvir, deixamos que o diferente ao falar doesse e fizesse eco em nosso coração (às vezes as dores eram grandes mesmo). Mas, como um dia falei, é na convivência e acolhimento da diferença que seremos fortes, e citei o fato sobre minha avó, com que eu vivia brigando, mas que hoje sabemos o quanto nos amamos. Ao ver nossas diferenças, olho para o futuro e sonho com a igreja que teremos e os frutos que colheremos com essas sementes plantadas.

Ontem (dia 28/12/2009) foi maravilhosa a nossa reunião para organização do acampamento. Saí Dalí muito satisfeito com a maneira como conduzimos a nossa reunião e com os pontos a que chegamos. Teremos um retiro que será verdadeiramente expressão de quem somos, uma juventude rica em valores, em cultura, em animação, em espiritualidade, em amor, em diferença! Teremos um retiro que será capaz de apontar para nós mesmos o reino de Deus entre nós e já temos visto e vivido isso. Nunca antes me vi em expressão mais bela do corpo de cristo, o corpo; somos partes diferentes, mas que agem em favor de um mesmo bem, Jesus Cristo.

Espero de nós que não estanquemos, que não congelemos nem nos pensemos perfeitos; temos muitos lugares a chegar. Que possamos cada vez mais cuidar daquele que nos bate a porta, seja negro, índio, branco, pobre, rico, homem, mulher, hetero ou homo… igual ou diferente. Temos aprendido (n)o caminho, por isso não desanimemos. Não desanimemos quando parecermos diferentes nem quando discutirmos sobre opiniões diferentes, o caminho do amor, que temos seguido, nos guiará.

Mais uma vez, eu digo, não é que estamos bons o suficientes, mas é que a felicidade não é um lugar aonde chegar, nem Jesus é um ponto de chegada, são, antes, o modo de caminhar e o caminho! Por isso, me alegro, pois mesmo que ainda estejamos no começo da caminhada, estamos no caminho! Sigamos em frente!

Amo vocês!

Iago Cavalcante Araújo

Fortaleza, 29 de Dezembrode 2009

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janeiro 18, 2010   2 Comments

ENSAIO SOBRE MINHA CEGUEIRA

Sabemos que não podemos estabelecer verdades a partir de um ponto de vista limitado, sem ter noção do todo.

 Entretanto, noutro dia estava com um amigo analisando e debatendo sobre a beleza e majestade de um caudaloso rio.

 Obviamente não podíamos ver a totalidade do rio do ponto que estávamos. Tão pouco fomos os primeiros a chegar lá, muitos já conceituavam e tentavam entender um pouco acerca do rio. Tirávamos nossos princípios, enquadrando dentro de verdades absolutas as características que entendíamos como sendo das águas.

 Havia muitos pontos de discórdia, mas existia um comum. Este ponto dizia a respeito das cheias e a intervenção das águas em todo o ecossistema que estava ao redor do rio.

 Todos aceitavam que o rio influenciava na vida dos ribeirinhos, plantas e animais quando aconteciam as cheias.

 Surpreendi-me quando meu amigo disse, “estamos todos errados, o rio não interfere mais no ecossistema!”

 Como assim? Indaguei.

 Ele continuou, quase não notando meu espanto.  “ O rio já interferiu, no passado, mas hoje não sobe mais. Vejo claramente,  tudo o que precisava ser feito, já foi feito! Um dia as águas subiram, mas agora a vida segue seu rumo natural, às vezes com ordem e às vezes sem ordem alguma. O fato é que hoje não há interferência das águas nas margens que estamos ou em qualquer outra…” [Read more →]

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setembro 11, 2009   5 Comments

O horizonte

Caminhar, olhar o horizonte e mesmo tendo em sua mochila dificuldades, traumas e incertezas você precisa estar focado no horizonte.

Apesar de olhar as circunstâncias e para tudo que está acontecendo você precisa continuar olhando o horizonte.
O que reserva esse horizonte? O que lhe motiva a buscá-lo?

Porque nossa alma não se acalma pelo fato de sabermos quem está conosco nessa jornada?
Tenho entendido que é porque somos humanos, somos gente e é natural que soframos e tenhamos dúvidas. Não somos super-heróis.

Temos a tendência a achar que por crermos em quem cremos não podemos desanimar ou sentir dúvidas. Somos gente e gente é humano. Tem sentimentos e dúvidas.

Tenho entendido que quando acordo nesses dias, a melhor coisa a fazer é procurar ouvir dentro de mim o coração do Criador batendo e nos dando a Paz que está além de qualquer entendimento e a partir dessa Paz viver cada dia, cada minuto com o desejo de ser e fazer o que Ele deseja, a Sua vontade.

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setembro 11, 2009   1 Comment

UM DIA FELIZ

Numa dessas noites normais tive um sonho anormal. Sonhei com um dia feliz.

Alias não sei ainda se era dia ou noite pois tanto o sol quanto a lua eram extremamente lindo de contemplar. Claridade, escuridão? Não fazia a menor diferença pois dormir era como viajar de férias, acordar era como comer a fruta favorita.

Nesse dia não existia adultos, apenas crianças e velhinhos. Os velhinhos não reclamavam e nunca sentiam dor apenas contavam piadas e subiam em arvores. As crianças cirandavam e gritavam no mais doce som de festa, não tinha hora de voltar para casa por que nesse dia relógio e despertador só serviam de enfeite. Os adultos na verdade existiam sim, mas como crianças grandes.

Nesse dia a chuva era canto gregoriano e cachoeira coral black, era um dia onde os amantes amavam e os amigos bebiam falando alto, não mentira pois nesse dia elas também não existiam, eles apenas valorizavam fatos que nunca existiram. O profano virou santo, o feio ficou bonito, toda loucura se fez sentido, Fernando Pessoa virou Jorge Ben Jor e todas poesias eram de amor e todas musicas eram de festa.

Foi nesse dia que jantar e almoço viraram uma coisa só, lentilha era sorvete e feijão era pé-de-moleque.
Nesse dia os sonhos não existiam pois ali todos eram realidades.

Então acordei.

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setembro 7, 2009   1 Comment

O mal

Quem nunca ouviu uma história do tipo: O cara pega, viaja, detona seu cartão de crédito com comida, bebida, roupas e depois que a viajem acaba, quando ele volta, fica todo desanimado por ter feito tantas dívidas e ai diz para os amigos que o “diabo” está atacando a vida dele.

O cara sai com a namorada e acaba na porta de um motel. Depois diz que foi o diabo que levou o carro pra lá.

Esse é uma típica situação de quem possui uma religiosidade e de quem não se percebe. Muitas vezes fazemos nossas comédias, fazemos muita bobagem na vida sem pensar nas conseqüências e depois culpamos o diabo. Tiramos a responsabilidade das nossas costas projetando ela no diabo.

Jesus em certa ocasião ensinou os discípulos a orarem e quando estava terminando a oração, na última parte, ele disse: “Não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal.”

Tentação, essa palavra resume o que a gente sofre todos os dias por buscar seguir os caminhos de Jesus na nossa vida, por buscar ser um reflexo de Cristo. Jesus também sofria tentações. Ele não se exclui da oração: “Não NOS deixei cair em tentação…”

Percebo que o mal se faz presente em nossas vidas. Em mim e em você. Possuímos luzes e sombras na nossa vida.

Chega de jogar a culpa no diabo, em Deus ou nas pessoas. Temos que perceber que somos responsáveis por nossos atos. Mesmos os atos que realizamos pela influência das nossas sombras.

Somos responsáveis por nossas atitudes e somos responsáveis por nossa opção quando não buscamos relacionamento com Deus, quando não buscamos construir uma caminhada com o Criador.

Quando não fazemos isso, perdemos a melhor parte da vida. A parte onde podemos realizar coisas maravilhosas na nossa vida e na vida dos outros por meio de Jesus. Só quem vive sabe o que estou falando.

O convite hoje é: Você é responsável por seus atos. Não culpe os outros e nem o diabo. Ele, o diabo, já foi derrotado na cruz do calvário.

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setembro 7, 2009   1 Comment

Em busca de outra verdade

A verdade é uma curiosidade de todo ser humano e um álibi para aqueles que querem se refugiar nela, quando crêem que a encontraram. No entanto, nesta busca em possuí-la, todos acabam cometendo erros grotescos. Normalmente, aqueles que se dizem possuidores de uma “verdade” são intolerantes. Basta ver como as pessoas se comportam quando estão, supostamente, certas.

Na história, o homem, em defesa das “suas verdades”, matou milhões de pessoas injustamente e sem ressentimentos, pois, defendiam a sua verdade.

Diante de qualquer argumento há sempre um contra-argumento. E, assim, segue-se a qualquer discussão para defender a “sua verdade”. A verdade por definição da palavra é algo exato, certo e correto. Entretanto, o que é certo para alguém, pode não ser para outro. E, nesta tentativa de convencer o outro sobre a minha verdade, sempre sai alguém machucado e, comumente, quem não encontra mais argumentos para combater o que defende, começam uma artilharia de ataques pessoais contra seu opositor.

Não podemos esquecer que grandes atrocidades foram cometidas por religiosos e, inclusive,  cristãos em toda a história (continua até hoje) em defesa da sua verdade. Ter uma suposta verdade em favor de si é um grande perigo. Portanto, a premissa é: se Deus é a verdade e eu estou com ele, logo, todos devem se curvar diante da nossa religião ou da minha verdade. [Read more →]

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setembro 4, 2009   2 Comments

A Multiplicação de Oportunidades

O povo estava com fome. Vinha seguindo Jesus desde algum tempo e ficava na espera. Andando com Jesus qualquer coisa podia acontecer. O homem já tinha transformado água em vinho, curado muitas pessoas, andado sobre as águas. O que Ele faria nessa próxima vez? Multiplicaria pães, peixes e oportunidades.

Sempre olhei para o momento da multiplicação dos pães com o olhar da multidão: olhos de quem quer ver o milagre, olhos de quem espera acontecer, de quem vê a vida passar, de quem se vê na comodidade de ser menor, de ser dependente. Quem tem sede de resultados e respostas, olha para os pães e peixes multiplicados. Quem tem sede de vida, de autonomia, de Deus, olha para Jesus e para o que Ele fez no momento dessa multiplicação de pães e peixes.

Ele olha para multidão e vê um povo que pede ajuda, um povo que depende dEle. É desse jeito dependente que aprendemos a viver com Deus. O que falta existe nEle; o que precisamos, encontramos nele, e partir daí é que estabelecemos a nossa relação com Ele. [Read more →]

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setembro 4, 2009   No Comments

O décimo

Dedico esse texto a minha irmã Cirlene (Lelê) e meu cunhado Fernando

 

Sempre aguardados

Muitas expectativas

E eles vieram

Primeiro uma, logo o segundo, a terceira ,o quarto

O quinto, a sexta, o sétimo, a oitava e a nona, nossa!!

O décimo prometia, arredondaria a conta, equilibraria Para alegria deles, é….

Também delas

A primeira sempre meiga e carinhosa, cresceu

O segundo sempre cabeçudo e irônico

A terceira doce e grudada

O quarto calmo e companheiro

O quinto peralta e esperto

A sexta independente e audaz

O sétimo futebolista e nervosinho

 A oitava o furacão! Vale pelos outros todos juntos

A nona pequena e sapeca Todos crescendo…

Mas o décimo ?!!!

Todos, eu amei

Eu os vi

Nove me viram

Rolamos no chão

 Provoquei, irritei

Fiz pegadinha, muitas brincadeiras

Mordi, cutuquei, fiz cócegas

Brincamos de esconde-esconde

Admirei e ainda me orgulho

Das proezas de cada um

Alguns escolheram o time errado Fazer o que…

A vida é linda!

Dei presentes

Recebi sobrinhos

Menos um

Que não quis me ver

Não viu ninguém, nem a mãe…

Olha lá… Já foi

O mais peralta, o mais irônico

O mais sapeca escondeu-se onde eu não posso achá-lo

O mais carinhoso? Cabeçudo não!

O menos companheiro com certeza

Foi que me deixou mais nostálgico

 O que mais me fez pensar e chorar

Jogador… Torcedor?

Um dia moleque

Vou te achar

Quando te encontrar

Vamos brincar, rolar no chão

Vou te cutucar fazer cócegas

Morder, em vez de chorar,vamos rir

Vou te dizer que não queríamos arredondar nada

Nem o equilíbrio, apenas te amar, mais e mais

Mas tem uma coisa que não deixarei passar

Vou querer ouvir a resposta

Da pergunta que te fiz

Nos poucos minutos que te vi

Porque tu não quiseste nos ver?

Meu décimo sobrinho falece durante complicações no parto

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setembro 2, 2009   4 Comments